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Alteracoes morfofisiologicas em cafeeiros submetidos a baixas temperaturas

by Carvalho, L.M. de; Silva, E.A.M. da; Mosquim, P.R; Azevedo, A.A; Cecon, P.R; 7. Congresso Brasileiro de Fisiología Vegetal Brasília, DF (Brasil) 18-22 Jul 1999.
Publisher: 1999ISSN: 0103-3131.Subject(s): COFFEA ARABICA | COFFEA CANEPHORA | ANATOMIA DE LA PLANTA | ADAPTACION | RESISTENCIA A LA TEMPERATURA | FOTOSINTESIS | TRANSPIRACION | ESTOMA | FLUORESCENCIA | BRASIL | COFFEA ARABICA | COFFEA CANEPHORA | PLANT ANATOMY | ADAPTATION | TEMPERATURE RESISTANCE | PHOTOSYNTHESIS | TRANSPIRATION | STOMATA | FLUORESCENCE | BRAZIL | COFFEA ARABICA | COFFEA CANEPHORA | ANATOMIE VEGETALE | ADAPTATION | RESISTANCE A LA TEMPERATURE | PHOTOSYNTHESE | TRANSPIRATION | STOMATE | FLUORESCENCE | BRESIL In: Revista Brasileira de Fisiología Vegetal (Brasil) v. 11(supl.) p. 26Summary: Das cerca de 100 espécies de cafeeiros, Coffea arabica L. (café arábica) e C. canephora Pierre (café robusta) sao as únicas com grande cotacao no Mercado Internacional. A importancia da cultura cafeeira no Brasil é evidente. Dentre os principais fatores que influem sobre a produtividade dos cafezais, destaca-se as condicoes climáticas. O efeito das geadas já foi bastante estudado, no entanto na maior parte das regioes brasileiras produtoras de café, é mais comum a ocorrencia de baixas temperaturas nao congelantes por poucas horas. Estudos referentes aos efeitos de exposicoes a baixas temperaturas nao congelantes por poucas horas, em cafeeiros, sao poucos. Este trabalho apresenta os resultados da exposicao de cafeeiros Coffea arabica L. cv. Catuaí Vermelho e C. canephora Pierre cv. Conilon a 8 ¦ 1°C, por duas horas, no início, meio ou fim de tres noites consecutivas ou por seis horas ininterruptas. Nesse sentido avaliou-se a taxa fotossintética líquida, transpiratória, condutancia estomática, emissao de fluorescencia e espessura da lamina foliar. Apesar de nao se verificar alteracoes significativas nas tasas de fotossíntese líquida, de transpiracao e de condutancia estomática, assim como na capacidade fotoquímica do fotossistema II, a resposta de cada um dos cultivares ao tratamento por baixa temperatura diferiu quanto a emissao de fluorescencia inicial e espessura da lamina foliar. As plantas de ambos cultivares exibiram alteracao na emissao de fluorescencia. Nas plantas de Catuaí verificou-se aumento na emissao de fluorescencia, enquanto que nas plantas de Conilon verificou-se aumento nas plantas expostas a baixa temperatura por seis horas consecutivas e diminuicao nas plantas expostas por duas horas durante tres noites. Quanto a espessura foliar, verificou-se aumento apenas após breve exposicao de cafeeiros Conilon a 8 ¦ 1°C, durante tres noites.
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Das cerca de 100 espécies de cafeeiros, Coffea arabica L. (café arábica) e C. canephora Pierre (café robusta) sao as únicas com grande cotacao no Mercado Internacional. A importancia da cultura cafeeira no Brasil é evidente. Dentre os principais fatores que influem sobre a produtividade dos cafezais, destaca-se as condicoes climáticas. O efeito das geadas já foi bastante estudado, no entanto na maior parte das regioes brasileiras produtoras de café, é mais comum a ocorrencia de baixas temperaturas nao congelantes por poucas horas. Estudos referentes aos efeitos de exposicoes a baixas temperaturas nao congelantes por poucas horas, em cafeeiros, sao poucos. Este trabalho apresenta os resultados da exposicao de cafeeiros Coffea arabica L. cv. Catuaí Vermelho e C. canephora Pierre cv. Conilon a 8 ¦ 1°C, por duas horas, no início, meio ou fim de tres noites consecutivas ou por seis horas ininterruptas. Nesse sentido avaliou-se a taxa fotossintética líquida, transpiratória, condutancia estomática, emissao de fluorescencia e espessura da lamina foliar. Apesar de nao se verificar alteracoes significativas nas tasas de fotossíntese líquida, de transpiracao e de condutancia estomática, assim como na capacidade fotoquímica do fotossistema II, a resposta de cada um dos cultivares ao tratamento por baixa temperatura diferiu quanto a emissao de fluorescencia inicial e espessura da lamina foliar. As plantas de ambos cultivares exibiram alteracao na emissao de fluorescencia. Nas plantas de Catuaí verificou-se aumento na emissao de fluorescencia, enquanto que nas plantas de Conilon verificou-se aumento nas plantas expostas a baixa temperatura por seis horas consecutivas e diminuicao nas plantas expostas por duas horas durante tres noites. Quanto a espessura foliar, verificou-se aumento apenas após breve exposicao de cafeeiros Conilon a 8 ¦ 1°C, durante tres noites.

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