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Efeito de antitranspirante em mudas de cafeeiro

by Alves, M.M.L. de; Fahl, J.I; Franco, C.M.
Publisher: Ene-Jun 1978Subject(s): PLANTULAS | FISIOLOGIA | TRANSPIRACION | BALANCE HIDRICO | PRODUCTOS QUIMICOS AGRICOLAS | ANTITRANSPIRANTES | SEEDLINGS | TRANSPIRATION | WATER BALANCE | AGRICULTURAL CHEMICALS | ANTITRANSPIRANTS | PLANTULE | TRANSPIRATION | BILAN HYDRIQUE | PRODUIT AGROCHIMIQUE | ANTITRANSPIRANT In: Serie Experimentaçao Cafeeira (Brasil) v. 1(5) p. 39-49Summary: O efeito de um antitranspirante a base de oxietileno docosanol foi estudado em mudas de cafeeiro em relaçao a abertura estomática e a transpiraçao de folhas destacadas e de plantas inteiras. Logo após a aplicaçao do antitranspirante a abertura estomática, medida por porometria, foi grandemente reduzida, o que se evidenciou pelo tempo necessário para a passagem de um volume determinado de ar através dos estomatos que foi aumentado de 114 e 77 em plantas que se achavam a sombra a ao sol, respectivamente. Após 10 a 32 dias da aplicaçao do antitranspirante o tempo de passagem do mesmo volume de ar através dos estomatos, nas plantas ao sol, foi 98 e 317 maior, o que demonstra que os estomatos ainda apresentavam abertura grandemente reduzida. A transpiraçao de folhas destacadas da planta, durante os cinco primeiros minutos após sua separaçao da planta, enquanto a água dos tecidos foliares era suficiente para livre transpiraçao, foi 40 inferior nas folhas tratadas com antitranspirante. Em plantas vegetando em vasos, os cafeeiros testemunhas esgotaram a água disponível nos mesmos em 12 dias enquanto os tratados com antitranspirantes levaram 18 dias para consumir a água dos vasos ou seja 50 a mais de tempo. Nos cinco primeiros dias de experimento, ambas as séries de plantas (testemunhas e tratadas) transpiraram livremente. Neste período as testemunhas transpiraram 6675 gramas de água enquanto as tratadas com antitranspirante transpiraram apenas 3181 gramas, portanto, uma economia de 52 porcento no consumo de água
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++Dat. num. 2 ref. Sum. (En, Pt)

O efeito de um antitranspirante a base de oxietileno docosanol foi estudado em mudas de cafeeiro em relaçao a abertura estomática e a transpiraçao de folhas destacadas e de plantas inteiras. Logo após a aplicaçao do antitranspirante a abertura estomática, medida por porometria, foi grandemente reduzida, o que se evidenciou pelo tempo necessário para a passagem de um volume determinado de ar através dos estomatos que foi aumentado de 114 e 77 em plantas que se achavam a sombra a ao sol, respectivamente. Após 10 a 32 dias da aplicaçao do antitranspirante o tempo de passagem do mesmo volume de ar através dos estomatos, nas plantas ao sol, foi 98 e 317 maior, o que demonstra que os estomatos ainda apresentavam abertura grandemente reduzida. A transpiraçao de folhas destacadas da planta, durante os cinco primeiros minutos após sua separaçao da planta, enquanto a água dos tecidos foliares era suficiente para livre transpiraçao, foi 40 inferior nas folhas tratadas com antitranspirante. Em plantas vegetando em vasos, os cafeeiros testemunhas esgotaram a água disponível nos mesmos em 12 dias enquanto os tratados com antitranspirantes levaram 18 dias para consumir a água dos vasos ou seja 50 a mais de tempo. Nos cinco primeiros dias de experimento, ambas as séries de plantas (testemunhas e tratadas) transpiraram livremente. Neste período as testemunhas transpiraram 6675 gramas de água enquanto as tratadas com antitranspirante transpiraram apenas 3181 gramas, portanto, uma economia de 52 porcento no consumo de água

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